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Realizamos diversos tipos de procedimentos, com destaque nas cirurgias bariátricas, retiradas de hérnias e tratamentos inovadores do refluxo gastroesofágico.

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Dr. Daniellson

Formado pela UFPR em 1993, hoje é membro titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e da Sociedade Brasileira de Endoscopia Digestiva.

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Depoimentos

Cheguei com muito medo de operar minha hérnia, com medo de sentir muita dor e ela voltar. Foi tudo o contrário, em 1 semana voltei a trabalhar normalmente e com pouquíssima dor. Muito obrigada.

Maria Inez

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Saiba tudo sobre a doença do refluxo gastroesofágico!

A doença do refluxo gastroesofágico (DRGE) é uma doença digestiva em que os ácidos presentes dentro do estômago voltam pelo esôfago ao invés de seguir o fluxo normal da digestão. Esse movimento é conhecido como refluxo e irrita os tecidos que revestem o esôfago, causando os sintomas típicos do problema. Entenda tudo em nosso post!

 

O que causa esse problema?

O refluxo gastroesofágico ocorre em razão de uma falha no esfíncter esofágico inferior, também conhecido como esfíncter cárdico, que funciona como uma válvula, não deixando que o bolo alimentar que está no estômago retorne para o esôfago.

 

Quando ocorre uma falha no relaxamento desse esfíncter, a pessoa tem refluxo. Esse refluxo pode ser fisiológico, que é considerado normal, e pode ocorrer quando ingerimos alimentos gordurosos, molhos de tomate, bebidas que contenham cafeína, chocolate, cebola, entre tantos outros; ou o refluxo gastroesofágico, que indica que algo vai mal com o sistema digestivo.

 

Sintomas

O sintoma mais comum é a azia, que produz uma sensação de queimação podendo subir até a garganta. A regurgitação também aparece em muitos casos. Vale esclarecer que a eventual presença de azia não significa que a pessoa já seja portadora de refluxo. Pode ocorrer ainda dor na região precordial, em queimação, simulando dor cardíaca, problemas respiratórios (asma, broncopneumonia), e da orofaringe (tosse, pigarro, rouquidão).

 

Como funciona o diagnóstico e tratamento dessa doença?

Nem sempre é necessária a realização de endoscopia digestiva alta em todos pacientes com refluxo. Em pessoa jovens, com sintomas sugestivos de refluxo e na ausência de sinais de alarme (dor ou dificuldade para engolir, anemia, emagrecimento, vômitos importantes e história de câncer na família), pode-se optar por realizar tratamento empírico, com medicamentos e dieta, por até oito semanas e observar se há remissão da doença.

 

Caso não haja melhora clínica,  exames complementares como a endoscopia digestiva alta devem ser feitos a fim de avaliar a gravidade da doença e excluir alterações mais graves como úlceras, estenose, esôfago de Barrett e câncer. Casos complicados com Barrett, úlceras ou esofagites severas podem ter indicação de cirurgia. O mesmo se aplica a casos em que o refluxo não melhora após o tratamento ou a recidiva dos sintomas é constante. Hoje além do tratamento cirúrgico clássico por laparoscopia, pode-se aplicar outros procedimentos cirúrgicos como minilaparoscopia, Endostim (estimulador esofágico), e Stretta (tratamento endoscópico do refluxo).

 

Já conhecia sobre a doença do refluxo gastroesofágico? Agende sua consulta e trate esse mal da melhor maneira.

Como diagnosticar compulsão alimentar?

Compulsão alimentar é um transtorno alimentar caracterizado por episódios recorrentes de compulsão, onde são ingeridas grandes quantidades de alimentos acompanhada de um sentimento de total perda de controle. A pessoa que sofre de compulsão alimentar experimenta vergonha, angústia ou culpa depois do episódio de compulsão.

 

Ao contrário dos bulímicos, quem come compulsivamente não induz ao vômito depois de comer em excesso. Quem sofre do transtorno de compulsão alimentar aumenta com frequência de peso ou se torna clinicamente obeso, tornando-se passível de contrair uma grande variedade de doenças.

 

O que caracteriza compulsão alimentar?

Comer grandes quantidades de comida em um período curto de tempo, acompanhado de sensação de falta de controle durante o episódio, que não se pode parar ou controlar o que come. Pacientes com esse transtorno podem comer mesmo estando saciado  ou sem fome, comendo até se sentir desconfortável, com o estômago muito cheio. Frequentemente comem sozinhos ou escondidos e logo após um episódio de compulsão, sentem-se culpados e enojados de si mesmos.

 

O que causa e como tratar a compulsão?

Para chegar ao um tratamento eficaz para a compulsão, o ideal é averiguar se o motivo da compulsão tem a ver com uma alimentação incorreta e desregulada. Muitas vezes as pessoas mal se alimentam no café da manhã, não comem o que precisam ao decorrer do dia e no final do dia o corpo pede por comida. Nesse caso, com a ajuda de um profissional, a pessoa aprende a comer de forma correta, com porções adequadas em horários determinados.

 

Em casos que a compulsão está ligada a fatores emocionais, como depressão, é necessário terapia ou até mesmo ajuda de um psiquiatra. No processo de terapia o paciente aprenderá a identificar os fatores emocionais que os levam a comer em excesso e desenvolverá estratégias para lidar com as emoções de forma assertiva. As medicações psiquiátricas só serão prescritas após a verificação da necessidade real de sua utilização.

 

Anormalidades biológicas podem contribuir para a compulsão alimentar. Por exemplo, o hipotálamo (a parte do cérebro que controla o apetite) pode não sinalizar adequadamente o córtex cerebral sobre  a fome e a saciedade. Uma mutação genética pode também causar vício em comida. Finalmente, há evidências de que os níveis baixos de serotonina do cérebro desempenham um papel na alimentação compulsiva. Nesses casos, é necessária uma maior investigação para tratar o problema. O uso de medicamentos poderá estar indicado nestes casos.

 

Por que existe obesidade infantil?

Segundo a Sociedade de Pediatria de São Paulo, a obesidade já atinge 10% das crianças e 20% dos adolescentes brasileiros. Ela está presente em todas as classes sociais e já se tornou um problema de saúde pública.

 

A obesidade é uma doença. Não se trata de uma questão estética ou consequência dos maus hábitos. Trata-se de um problema multifatorial que deve ser prevenido desde os primeiros meses de gestação.

 

Causada principalmente pela ingestão inadequada de alimentos e falta da prática de exercícios físicos, a obesidade é também desencadeada por fatores ambientais, além de biológicos, hereditários e psicológicos. Seu tratamento requer um diagnóstico detalhado, orientação nutricional e mudanças no estilo de vida. Além disso, é necessário convencer a criança a se alimentar de forma diferente dos seus colegas.

 

A principal causa da obesidade é ambiental, causada por alimentação inadequada e pouca atividade física. Menos de 5% dos casos se deve a doenças endocrinológicas. A hereditariedade pode ser um fator de risco, mas ela só se manifesta se o ambiente for favorável ao excesso de peso.

 

Crianças obesas têm um risco maior de se tornarem adultos obesos. Além disso, doenças que classicamente eram caracterizadas como da idade adulta, como alteração de colesterol, dos triglicérides, hipertensão arterial e até mesmo o diabetes tipo 2, estão cada vez mais presentes nesta faixa etária precoce. 

 

A criança é identificada como obesa quando seu peso corporal ultrapassa em 15% o peso médio correspondente a sua idade. No Brasil, existem cerca de 18 milhões de pessoas consideradas obesas. Somando com o total de indivíduos acima do peso, o número chega a 70 milhões, mais que o dobro de 3 anos atrás. Uma pessoa é considerada obesa se o seu IMC for superior a 29,9.

 

Primeiro precisamos parar de falar de “combate” à obesidade infantil e falar de prevenção. A noção de “combate” pressupõe que a criança obesa de alguma maneira tem uma responsabilidade na situação na qual se encontra. Existe uma estigmatização da criança obesa como sendo preguiçosa e sem nenhuma força de vontade ou disciplina.

 

É muito importante que os pais não subestimem este problema de saúde pública. A prevenção do ganho excessivo de peso na criança que tem peso adequado e o tratamento daquela que já apresenta sobrepeso ou é obesa, de forma multifatorial, constituem as ferramentas mais eficazes para o crescimento saudável.