Arquivar fevereiro 2019

Já ouviu falar sobre as consequências da obesidade?

Os riscos associados à obesidade são diversos, incluindo a ocorrência de outras doenças e de problemas psicológicos, sociais e econômicos, além do risco acrescido de morte prematura. A relação entre a obesidade e a ocorrência de outras doenças é bem conhecida e tem sido demonstrada repetidamente. Saiba mais em nossa matéria!

 

Diabetes

O aumento da ingestão calórica faz com que a insulina produzida pelo corpo seja insuficiente para todo o açúcar que é ingerido na alimentação, acumulando-se no sangue. Além disso, o próprio corpo começa a resistir à ação da insulina, facilitando o desenvolvimento de diabetes do tipo 2. Este tipo de diabetes é facilmente revertido com o emagrecimento e alguma atividade física.

 

Hipertensão

O excesso de gordura acumulada dentro e fora dos vasos sanguíneos dificulta a passagem do sangue pelo corpo, forçando o coração a trabalhar com mais força, o que não só aumenta a pressão arterial como pode levar ao surgimento de uma insuficiência cardíaca a longo prazo.

 

Problemas respiratórios

O peso excessivo sobre os pulmões faz com que a entrada e saída de ar fique comprometida. Isso provoca a apneia do sono, uma enfermidade muito associada à obesidade e a hipertensão arterial. Além do mais, pessoas obesas podem desenvolver problemas mecânicos do diafragma, embolia pulmonar e, em asmáticos, o agravamento da enfermidade. Há , inclusive, um tipo de asma que só ocorre em obesos.

 

Aumento do nível de triglicerídeos

Os triglicerídeos também são gorduras que são acumulados no tecido adiposo. Em excesso, eles se depositam nas artérias sendo o principio da aterosclerose que leva a provocar infartos do miocárdio e derrames cerebrais.

Acidente vascular cerebral (AVC)

Também conhecido como derrame cerebral, o AVC ocorre quando o indivíduo sofre perda das suas funções neurológicas devido ao entupimento ou rompimento de vasos sanguíneos no cérebro.

 

A obesidade aumenta o risco de AVC. Isso porque o acúmulo de gordura na corrente sanguínea pode provocar aterosclerose, que junto com a hipertensão é uma das principais causas do derrame cerebral.

 

Mesmo sendo uma doença crônica, existem diversos tratamentos para a obesidade. Agende sua consulta!

Por que fazer a cirurgia bariátrica?

Conhecida também como cirurgia da obesidade e cirurgia de redução do estômago, a cirurgia bariátrica é indicada quando a obesidade já chegou a um nível crítico e as outras modalidades de tratamento não causam efeito. Sendo assim, é necessário uma intervenção médica. É recomendada, principalmente para pacientes com o índice de massa corporal superior a 40.

 

Ao diminuir a cavidade estomacal, o corpo absorve menos alimentos, alterando o metabolismo, e assim, fazendo com que a pessoa perca peso de maneira mais rápida e eficaz. Esse tipo de cirurgia está ficando cada vez mais famosa, por mostrar resultados satisfatórios em questão de meses.

 

Os riscos são maiores em uma cirurgia desse tipo?

Atualmente, a bariátrica é reconhecida como a forma mais eficaz de tratar obesidade mórbida. Tem os mesmos riscos que qualquer outro tipo de cirurgia e pode ter complicações, como sangramento ou trombose. Ou seja, esses problemas não são necessariamente relacionados à técnica, explicam especialistas.

 

Cirurgia como tratamento

A cirurgia bariátrica não tem objetivo meramente estético. Seu intuito é o de reduzir a mortalidade e a morbidade (aparecimento ou agravamento de doenças associadas) numa população específica. A cirurgia se justifica quando, estatisticamente, seus riscos são menores do que os causados pela obesidade. Estes riscos variam de acordo com cada indivíduo, com o grau de obesidade e com as doenças associadas.

 

Saúde em equilíbrio

A transformação é extremamente positiva com relação à saúde. O peso eliminado afasta o risco de diversas doenças como a hipertensão arterial, diretamente ligada à obesidade, já que quanto maior o IMC (índice de massa corpórea) mais difícil é controlar a pressão.

 

Emocional

A obesidade muitas vezes vem acompanhada de problemas psicológicos e emocionais. Baixa autoestima facilita a possibilidade de desenvolvimento de depressão e ansiedade. Com a perda de peso, o paciente sente-se mais saudável, recupera o amor por si e restaura o equilíbrio emocional. Torna-se uma pessoa mais feliz.

 

Osteoartrose diminuída (quadril e joelhos)

A osteoartrose um problema médico causado pelo desgaste nas articulações e causa dor ao paciente quando ele se movimenta. Quando a obesidade é mórbida, o problema atinge a região dos joelhos e quadris causando dores que, às vezes, impedem o paciente de se locomover. Com a cirurgia e consequentemente a redução de peso, a pressão sobre os joelhos diminui, proporcionando a redução da dor.

Saiba tudo sobre o balão intragástrico!

O balão intragástrico é uma opção para quem quer emagrecer sem se submeter a uma cirurgia invasiva. É um balão colocado no estômago com o intuito de reduzir a fome e proporcionar saciedade por um período maior mesmo após pequenas refeições, fazendo com que a pessoa emagreça. Quer saber mais sobre ele? Confira!

 

Afinal, como é feito o procedimento?

O balão é feito de silicone, preenchido por líquido ou também por ar. É colocado no interior do estômago fazendo com que ocorra uma redução do “volume gástrico vazio”. Determina assim sensação de saciedade precoce e, com isso, diminuição do consumo de alimentos, facilitando o emagrecimento.

 

A colocação do Balão não envolve corte e cirurgia, já que ele é inserido através de procedimento endoscópico, e pode levar cerca de 20 a 30 minutos. O balão é inserido vazio e depois preenchido com soro fisiológico e azul de metileno. onde . É comum que haja algum desconforto nos três primeiros dias seguintes da colocação, como os efeitos colaterais de náusea, vômito, inchaço e/ou cólica, mas o paciente recebe medicação para controlá-los até que o estômago acostume-se com a presença do balão intragástrico e não haja desconforto. As medicações podem ser feitas em casa ou com o paciente internado.

 

Outra função do balão é retardar o esvaziamento gástrico, ou seja, ele diminui o tempo que a comida passa do estômago para o intestino o que faz com que o alimento fique mais tempo no órgão e proporciona a sensação de “barriga cheia”.

 

Entretanto, por seu desgaste natural, deve ser retirado no período de 6 meses a 1 ano, dependendo do balão, pois é constituído de material que pela ação das secreções digestivas pode sofrer degradação. Portanto é considerado um método temporário no tratamento da obesidade.

 

Como ele causa o emagrecimento?

o balão restringe a passagem livre de comida e água, retardando a digestão pelo estômago, trazendo uma sensação de saciedade por mais tempo. O dispositivo sozinho não provoca a perda de peso por conta própria, mas ao ocupar uma grande parte do estômago, a pessoa costuma comer menos.

Quem pode colocar um balão intragástrico?

Ele costuma ser recomendado para pessoas com o índice de massa corporal (IMC) a partir de 27. As pessoas obesas que precisam fazer cirurgia e correm alto risco também podem usar o balão. Nesses casos, o procedimento serve como um tratamento pré-operatório, para ajudar a reduzir problemas anestésicos, operatórios e clínicos. Ainda está indicado no pré-operatória de outras cirurgias, além da bariátrica, tais como cirurgias ginecológicas, plásticas, hérnias, cirurgias ortopédicas, como adjuvante no tratamento, melhorando o resultado destas outras cirurgias.