Conheça a Cirurgia Minimamente Invasiva!

Você já conhece a cirurgia minimamente invasiva? Não? Pois bem, essa é a minilaparoscopia, uma nova técnica cirúrgica que, diferentemente da laparoscopia, utiliza instrumentais de calibre ainda menor. Dessa forma, preserva-se a estética do paciente e agiliza o período de recuperação. Saiba mais a seguir:

Quais as vantagens da Cirurgia Minimamente Invasiva?

Em uma cirurgia convencional, o paciente permanece no hospital por pelo mneos 7 dias antes de receber alta, no entanto, com a minilaparoscopia, esse período é reduzido para menos de 24h.

Ademais, com essa nova técnica, o oríficio de 2,6mm não deixa vestígios perceptíveis, isto é, não há a necessidade de cirurgias plásticas reparadoras e/ou suturas – pontos com fios.

Outro grande benefício da minilaparoscopia está no fato de haver um menor risco de complicações durante e no pós-operatório.

Quais Cirurgias podem ser feitas via Minilaparoscopia?

A minilaparoscopia pode ser empregada nas seguintes cirurgias:

  • Laparoscopia diagnóstica, biópsia hepática e ginecológica;
  • Cirurgias para suor excessivo (simpatectomias torácicas e lombares).
  • Colecistectomia (cirurgia para “pedras na vesícula”principalmente);
  • Cirurgia para hérnia de hiato (cirurgia antirrefluxo);
  • Cirurgia para hérnias inguinais;

Quem pode ser submetido à essa técnica?

São contraindicados ao método pacientes com obesidade mórbida, pacientes esteatóticos – com fígados volumosos -, pacientes com múltiplas cirurgias abdominais e pacientes que não têm preocupação estética.

Alguma dúvida? Entre em contato com Dr. Daniellson Dimbarre e saiba mais!

Conheça a Cirurgia Minimamente Invasiva!
“Conheça a Cirurgia Minimamente Invasiva!”

Agende sua consulta

Saiba mais 🌐 www.daniellsondimbarre.com.br

  • Dr Daniellson Dimbarre – Cirurgia Bariátrica
  • Ligue: (41) 3373-8688
  • Hospital INC – R. Jeremias Maciel Perretto 300, Ala C, Campo Comprido, Curitiba PR

Assuntos Relacionados à Cirurgia Minimamente Invasiva

Balão Gástrico: Conheça as vantagens

O Balão Gástrico refere-se um tipo de cirurgia endoscópica, minimamente invasiva, que auxilia na perda de peso dos pacientes. O método consiste basicamente na diminuição do volume estomacal disponível para a alocação dos alimentos, proporcionando o aumento da saciedade e a diminuição da fome. Saiba mais sobre as vantagens do Balão Gástrico a seguir:

Os pacientes com balão gástrico geralmente perdem de 10% a 15% do seu peso corporal total durante os primeiros seis meses. Ademais, nota-se a potencialização dos resultados em pacientes que seguem as orientações nutricionais e praticam atividades físicas regulares.

No entanto, como o balão é removido após seis meses, os resultados a longo prazo desse procedimento dependem muito das mudanças no estilo de vida.

Quais são as indicações para o Balão Gástrico?

São indicados ao procedimento:

  • Pacientes que falharam ao tentar perder peso através de dieta e exercício;
  • Ter uma ou mais comorbidades – problemas de saúde relacionados à obesidade;
  • Pessoas com IMC – Índice de Massa Corporal – a partir dos 27;
  • Pessoas que precisam perder peso como uma forma de preparação para outras cirurgias.

Existem Contraindicações?

O procedimento não é aconselhável para pacientes que passaram por cirurgia bariátrica e/ou gastrointestinal, pacientes com alguma doença inflamatória do trato gastrointestinal.

Além disso, são contraindicações: hérnia hiatal e insuficiência hepática.

Quais são as vantagens do Balão Gástrico?

Algumas das suas principais vantagens incluem:

  • Pode ser realizado em pacientes com um IMC abaixo do exigido nas Cirurgias Bariátrica;
  • É um procedimento minimamente invasivo, já que é realizado via endoscopia;
  • O dispositivo é temporário, podendo ser revertido a qualquer momento;
  • Em geral, os balões podem ser utilizados de 6 meses a 1 ano;
  • O Procedimento e a recuperação são relativamente rápidos;
  • Não requer qualquer modificação anatômica;
  • Geralmente seu custo é mais acessível;
  • Há um menor risco de complicações.

Alguma dúvida? Entre em contato com Dr. Daniellson Dimbarre e saiba mais sobre o Balão Gástrico!

Balão Gástrico: Conheça as vantagens
“Balão Gástrico: Conheça as vantagens”

Agende sua consulta

Saiba mais 🌐 www.daniellsondimbarre.com.br

  • Dr Daniellson Dimbarre – Cirurgia Bariátrica
  • Ligue: (41) 3373-8688
  • Hospital INC – R. Jeremias Maciel Perretto 300, Ala C, Campo Comprido, Curitiba PR

Assuntos Relacionados

Gastrite e dispepsia

Você sabia que a gastrite é um processo inflamatório do estômago? Seus principais sintomas são “queimação”, azia, indigestão, náuseas, vômitos e dor abdominal, podendo ser causada pelo uso de medicações (anti- inflamatórios) e pela bactéria Helicobacter pylori.

Diagnóstico e Tratamento:

A endoscopia digestiva alta é o exame que auxilia no seu diagnóstico. Ademais, o tratamento para a gastrite pode ser realizado através de mudanças nos hábitos de vida e medicações.

A Dispepsia:

A dispepsia é um sintoma comum de causa orgânica ou funcional. Seus principais sintomas são dor abdominal, inchaço, saciedade precoce, náuseas com ou sem vômitos, anorexia, sintomas de doença do refluxo gastroesofágico (DRGE), regurgitação e arrotos. Além disso, estudos relatam que de 20 a 30% dos pacientes relata sintomas dispépticos por ano.

Causas e Tratamento:

Suas causas são: esofagite, gastrite, úlcera péptica, estenoses do esôfago, malignidades gástricas, medicações, isquemia intestinal e doença pancreaticobiliar. Ademais, seu tratamento é realizado através de medicações e mudanças no estilo de vida.

Alguma dúvida? Entre em contato com Dr. Daniellson Dimbarre e saiba mais!

Conheça a Cirurgia Minimamente Invasiva!
Dr Daniellson Dimbarre – Cirurgia Bariátrica em Curitiba
“Gastrite e dispepsia”

Agende sua consulta

Saiba mais 🌐 www.daniellsondimbarre.com.br

Assuntos Relacionados à Cirurgia Minimamente Invasiva

Hérnia Abdominal: Como evitar?

Uma hérnia abdominal caracteriza-se pelo abaulamento total ou parcial de algum órgão da barriga para fora das camadas de tecido protetoras do abdome. No entanto, essa doença pode prejudicar drásticamente a qualidade de vida dos pacientes. Assim sendo, descubra como evitar a hérnia abdominal:

Como Ocorre a Hérnia Abdominal?

Como dito anteriormente, a hérnia é a protusão, ou seja, o escape de um órgão por um orifício que se abriu devido à má formação e/ou enfraquecimento das camadas que protegem os órgãos internos.

No entanto, nem todas as hérnia dão sinais, mas podem ser reconhecidas com abaulamentos ou por causarem muitas dores. Ademais, as hérnias ocorrem cerca de 8 vezes mais em homens do que em mulheres.

Quais são os tipos?

Alguns dos tipos de hérnia abdominal incluem:

  • Hérnias epigástricas: na linha média do abdome, resultam do afastamento dos músculos músculos localizados na parte anterior e central do abdômen;
  • Hérnias umbilicais: causadas pela passagem de alguma alça intestinal através do tecido muscular, podendo desaparecer espontaneamente;
  • Hérnias inguinais: localizadas na virilha;
  • Hérnias inguinoescrotais: ocorrem quando as hérnias inguinais estendem-se até os testículos.

Quais são seus sintomas?

Alguns dos principais sintomas das hérnias abdominais incluem:

  • Dor forte;
  • Náuseas e vômitos.
  • Inchaço e vermelhidão;

Como evitar a Hérnia Abdominal?

Tem-se em vista que toda a atividade que demanda muita força física pode facilitar o aparecimento de hérnias, principalmente em pessoas com predisposição, como é o caso dos homens.

Algumas dicas para a prevenção da Hérnia Abdominal incluem:

  • Manter-se no peso ideal;
  • Evitar fazer força para defecar e/ou urinar;
  • Evitar levantar objetos muito pesados.

Qual o Tratamento?

O principal tratamento para uma hérnias é a cirurgia, sendo realizada em um centro cirúrgico com anestesia local ou raquidiana. Além disso, ela pode ser feita por videolaparoscopia, um procedimento minimamente invasivo.

No entanto, em casos nos quais os músculos abdominais estão muito enfraquecidos, é necessário a inserção de uma tela para reforçar a proteção.

Alguma dúvida? Entre em contato com Dr. Daniellson Dimbarre e saiba mais!

Hérnia Abdominal: Como evitar?
“Hérnia Abdominal: Como evitar?”

Agende sua consulta

Saiba mais 🌐 www.daniellsondimbarre.com.br

  • Dr Daniellson Dimbarre – Cirurgia Bariátrica
  • Ligue: (41) 3373-8688
  • Hospital INC – R. Jeremias Maciel Perretto 300, Ala C, Campo Comprido, Curitiba PR

Assuntos Relacionados

Como é feita uma Cirurgia de Redução de Estômago?

A Cirurgia de Redução de Estômago, ou Bariátrica, fundamenta-se em técnicas restritivas e/ou disabsortivas que potencializam a perda peso. No entanto, você sabe como é feita uma Cirurgia de Redução de Estômago? Descubra a seguir:

Os Procedimentos da Cirurgia de Redução de Estômago:

Videolaparoscopia: Refere-se à técnica cirúrgica menos invasiva para os pacientes, já que é realizada com o auxílio de uma endocâmera através de pequenas incisões no abdômen. No processo, os pacientes recebem alta em pouco mais de 24 horas, havendo uma menor chance de complicações.

Robótico-assistida: refere-se à técnica videolaparoscópica na qual as pinças são controladas por braços robóticos. No entanto o robô mantem-se conectado a um console, que é manuseado pelo cirurgião. Dessa forma, a realização de todo o procedimento é feita pelo cirurgião. Ademais, além dos movimentos amplos e precisos, obtém-se uma visão tridimensional.

Quais os principais tipos de Cirurgia de Redução de Estômago?

Derivação Gástrica By-pass ou Capella: o estômago é dividido horizontalmente de modo que a parcela superior – que recebe os alimentos – é conectada diretamente com o intestino delgado, enquanto a porção inferior tem sua função limitada à produção de enzimas. Estas enzimas se encontram, posteriormente, com os alimentos no próprio intestino.

Gastrectomia Tubular Sleeve: esse procedimento, o estômago assume a forma de um tubo. Divide-se verticalmente o estômago, reduzindo-o em até 70% do tamanho original e retira-se a porção estomacal responsável pela produção de hormônios relacionados à fome.

Balão Intragástrico: refere-se ao procedimento em que é inserida uma bola de silicone no estômago do paciente via endoscopia (sem cortes). Dessa forma, a ingestão é reduzida, ocasionando a perda de peso.

Banda Gástrica Ajustável: refere-se ao procedimento de Cirurgia de Redução de Estômago em que é inserida uma cinta que aperta o estômago, diminuindo o volume estomacal e, consequentemente, ocasionando a perda do peso excessivo. Contudo, esse é um método restrito, por haver uma maior chance de reoperação e obtenção de resultados inferiores aos outros métodos.

Alguma dúvida? Entre em contato com Dr. Daniellson Dimbarre e saiba mais!

O atributo alt desta imagem está vazio. O nome do arquivo é Blog-Dr-Daniellson-Bariatrica-refluxo-curitiba_02.jpg
Como é feita uma Cirurgia de Redução de Estômago?

Agende sua consulta

Saiba mais 🌐 www.daniellsondimbarre.com.br

  • Dr Daniellson Dimbarre – Cirurgia Bariátrica
  • Ligue: (41) 3373-8688
  • Hospital INC – R. Jeremias Maciel Perretto 300, Ala C, Campo Comprido, Curitiba PR

Assuntos Relacionados

Existe Tratamento para Refluxo?

Refluxo Gastroesofágico (DRGE) trata-se da doença na qual manifestam-se sintomas como azia, ou queimação, dor estomacal e náusea. Porém, os pacientes nem sempre obtêm resultados positivos com remédios e mudanças dietéticas. Assim sendo, descubra a seguir o método STRETTA, um tratamento seguro e eficaz para o refluxo:

Quando o Refluxo se torna grave:

Atualmente calcula-se que cerca de 30% dos pacientes obtêm resultados negativos com o consumo de remédios e, em contrapartida, a doença se torna cada vez mais insuportável… prejudicando todas as atividades cotidianas e, consequentemente sua qualidade de vida. Quando mudanças no estilo de vida não apresentam o resultado esperado, nota-se o avanço de sintomas e doenças graves como:

  • Estufamento;
  • Dor Torácica;
  • Dificuldade para se alimentar (Deglutinação);
  • Rouquidão;
  • Tosse Crônica;
  • Asma;
  • Faringite de Repetição;
  • Rinite;
  • Sinusite;
  • Complicações Dentárias;
  • Esôfago de Barrett;
  • Câncer.

O Método STRETTA:

O STRETTA é um método seguro, simples, rápido e eficaz para o tratamento do Refluxo Gastroesofágico (DRGE). A Endoscopia Ecoville é um dos pioneiros no Paraná no método STRETTA, que baseia-se na emissão de radiofrequência de baixa intensidade via endoscopia (sem cortes), visando o fortalecimento da musculatura da válvula esfíncter esofágico inferior – localizada entre o estômago e o esôfago.

O procedimento dura, em média, 1h. Tem-se em vista que o paciente recebe alta no mesmo dia, podendo voltar a trabalhar no dia seguinte. Ademais, os resultados mostram-se animadores nos mais de 23.000 procedimentos realizados mundialmente, já que grande parte dos pacientes diminuíram suas doses ou abdicaram totalmente o consumo de medicamentos como o omeprazol.

Dessa forma, o STRETTA mostrou-se, sim, um tratamento definitivo para o Refluxo e uma alternativa às outras cirurgias. Além disso, essa técnica pode ser utilizada até mesmo no pós-operatório de pacientes de Cirurgia Bariátrica que também apresentem a Doença do Refluxo.

Alguma Dúvida? Entre em contato com Dr. Daniellson Dimbarre e saiba mais sobre o tratamento para Refluxo.

O atributo alt desta imagem está vazio. O nome do arquivo é Blog-Dr-Daniellson-Bariatrica-refluxo-curitiba_02.jpg
Existe Tratamento para Refluxo?

Agende sua consulta

Saiba mais 🌐 www.daniellsondimbarre.com.br

  • Dr Daniellson Dimbarre – Cirurgia Bariátrica
  • Ligue: (41) 3373-8688
  • Hospital INC – R. Jeremias Maciel Perretto 300, Ala C, Campo Comprido, Curitiba PR

Assuntos Relacionados

Quem pode realizar uma Cirurgia Bariátrica?

A Cirurgia Bariátrica é a melhor solução quando o assunto é combater a Obesidade. Tem-em em vista que a Bariátrica é uma intervenção cirúrgica de baixo risco, proporcionando uma perda de peso significativa e saudável. Contudo, nem todas as pessoas podem realizar o procedimento, já que a SBCBM – Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica – estabeleceu requisitos para a Cirurgia. Descubra agora: Quem pode realizar uma Cirurgia Bariátrica?

Sobre o IMC (Índice de Massa Corporal):

O Índice de Massa Corporal é uma medida dada em kg/m² para o cálculo do peso ideal. Através do IMC designa-se a necessidade ou não de realizar a Cirurgia Bariátrica, ou Gastroplastia.

  • IMC acima de 40 kg/m²;
  • IMC entre 35 e 40 kg/m², para pacientes com comorbidades;
  • IMC entre 30 e 35 kg/m², para pacientes com comorbidades graves.

Qual a idade permitida para a Bariátrica?

A idade é um dos fatores determinantes para a realização da Cirurgia Bariátrica, sendo que são utilizados os seguintes comparativos:

  • Abaixo dos 18 anos: somente quando há indicação unânime pelo Consenso Bariátrico, equipe multidisciplinar e o consentimento do responsável legal.
  • Entre 18 e 65 anos: sem restrições;
  • Acima de 65 anos: somente sob avaliação individual da equipe multidisciplinar, considerando riscos, comorbidades e expectativa de vida.

Sobre a presença de Comorbidades e a dificuldade em perder peso:

A presença de uma ou mais doenças associadas é um fator determinante para a realização da Cirurgia Bariátrica. Ademais, a obtenção de resultados insignificantes com a realização de dietas e atividade física se torna, também, mais um motivo para o procedimento cirúrgico.

Alguma dúvida? Entre em contato com o Dr. Daniellson Dimbarre!

Agende sua consulta

Saiba mais 🌐 www.daniellsondimbarre.com.br

  • Dr Daniellson Dimbarre – Cirurgia Bariátrica
  • Ligue: (41) 3373-8688
  • Hospital INC – R. Jeremias Maciel Perretto 300, Ala C, Campo Comprido, Curitiba PR

Assuntos Relacionados

Saiba tudo sobre a doença do refluxo gastroesofágico!

A doença do refluxo gastroesofágico (DRGE) é uma doença digestiva em que os ácidos presentes dentro do estômago voltam pelo esôfago ao invés de seguir o fluxo normal da digestão. Esse movimento é conhecido como refluxo e irrita os tecidos que revestem o esôfago, causando os sintomas típicos do problema. Entenda tudo em nosso post!

 

O que causa esse problema?

O refluxo gastroesofágico ocorre em razão de uma falha no esfíncter esofágico inferior, também conhecido como esfíncter cárdico, que funciona como uma válvula, não deixando que o bolo alimentar que está no estômago retorne para o esôfago.

 

Quando ocorre uma falha no relaxamento desse esfíncter, a pessoa tem refluxo. Esse refluxo pode ser fisiológico, que é considerado normal, e pode ocorrer quando ingerimos alimentos gordurosos, molhos de tomate, bebidas que contenham cafeína, chocolate, cebola, entre tantos outros; ou o refluxo gastroesofágico, que indica que algo vai mal com o sistema digestivo.

 

Sintomas

O sintoma mais comum é a azia, que produz uma sensação de queimação podendo subir até a garganta. A regurgitação também aparece em muitos casos. Vale esclarecer que a eventual presença de azia não significa que a pessoa já seja portadora de refluxo. Pode ocorrer ainda dor na região precordial, em queimação, simulando dor cardíaca, problemas respiratórios (asma, broncopneumonia), e da orofaringe (tosse, pigarro, rouquidão).

 

Como funciona o diagnóstico e tratamento dessa doença?

Nem sempre é necessária a realização de endoscopia digestiva alta em todos pacientes com refluxo. Em pessoa jovens, com sintomas sugestivos de refluxo e na ausência de sinais de alarme (dor ou dificuldade para engolir, anemia, emagrecimento, vômitos importantes e história de câncer na família), pode-se optar por realizar tratamento empírico, com medicamentos e dieta, por até oito semanas e observar se há remissão da doença.

 

Caso não haja melhora clínica,  exames complementares como a endoscopia digestiva alta devem ser feitos a fim de avaliar a gravidade da doença e excluir alterações mais graves como úlceras, estenose, esôfago de Barrett e câncer. Casos complicados com Barrett, úlceras ou esofagites severas podem ter indicação de cirurgia. O mesmo se aplica a casos em que o refluxo não melhora após o tratamento ou a recidiva dos sintomas é constante. Hoje além do tratamento cirúrgico clássico por laparoscopia, pode-se aplicar outros procedimentos cirúrgicos como minilaparoscopia, Endostim (estimulador esofágico), e Stretta (tratamento endoscópico do refluxo).

 

Já conhecia sobre a doença do refluxo gastroesofágico? Agende sua consulta e trate esse mal da melhor maneira.

Como diagnosticar compulsão alimentar?

Compulsão alimentar é um transtorno alimentar caracterizado por episódios recorrentes de compulsão, onde são ingeridas grandes quantidades de alimentos acompanhada de um sentimento de total perda de controle. A pessoa que sofre de compulsão alimentar experimenta vergonha, angústia ou culpa depois do episódio de compulsão.

 

Ao contrário dos bulímicos, quem come compulsivamente não induz ao vômito depois de comer em excesso. Quem sofre do transtorno de compulsão alimentar aumenta com frequência de peso ou se torna clinicamente obeso, tornando-se passível de contrair uma grande variedade de doenças.

 

O que caracteriza compulsão alimentar?

Comer grandes quantidades de comida em um período curto de tempo, acompanhado de sensação de falta de controle durante o episódio, que não se pode parar ou controlar o que come. Pacientes com esse transtorno podem comer mesmo estando saciado  ou sem fome, comendo até se sentir desconfortável, com o estômago muito cheio. Frequentemente comem sozinhos ou escondidos e logo após um episódio de compulsão, sentem-se culpados e enojados de si mesmos.

 

O que causa e como tratar a compulsão?

Para chegar ao um tratamento eficaz para a compulsão, o ideal é averiguar se o motivo da compulsão tem a ver com uma alimentação incorreta e desregulada. Muitas vezes as pessoas mal se alimentam no café da manhã, não comem o que precisam ao decorrer do dia e no final do dia o corpo pede por comida. Nesse caso, com a ajuda de um profissional, a pessoa aprende a comer de forma correta, com porções adequadas em horários determinados.

 

Em casos que a compulsão está ligada a fatores emocionais, como depressão, é necessário terapia ou até mesmo ajuda de um psiquiatra. No processo de terapia o paciente aprenderá a identificar os fatores emocionais que os levam a comer em excesso e desenvolverá estratégias para lidar com as emoções de forma assertiva. As medicações psiquiátricas só serão prescritas após a verificação da necessidade real de sua utilização.

 

Anormalidades biológicas podem contribuir para a compulsão alimentar. Por exemplo, o hipotálamo (a parte do cérebro que controla o apetite) pode não sinalizar adequadamente o córtex cerebral sobre  a fome e a saciedade. Uma mutação genética pode também causar vício em comida. Finalmente, há evidências de que os níveis baixos de serotonina do cérebro desempenham um papel na alimentação compulsiva. Nesses casos, é necessária uma maior investigação para tratar o problema. O uso de medicamentos poderá estar indicado nestes casos.

 

Por que existe obesidade infantil?

Segundo a Sociedade de Pediatria de São Paulo, a obesidade já atinge 10% das crianças e 20% dos adolescentes brasileiros. Ela está presente em todas as classes sociais e já se tornou um problema de saúde pública.

 

A obesidade é uma doença. Não se trata de uma questão estética ou consequência dos maus hábitos. Trata-se de um problema multifatorial que deve ser prevenido desde os primeiros meses de gestação.

 

Causada principalmente pela ingestão inadequada de alimentos e falta da prática de exercícios físicos, a obesidade é também desencadeada por fatores ambientais, além de biológicos, hereditários e psicológicos. Seu tratamento requer um diagnóstico detalhado, orientação nutricional e mudanças no estilo de vida. Além disso, é necessário convencer a criança a se alimentar de forma diferente dos seus colegas.

 

A principal causa da obesidade é ambiental, causada por alimentação inadequada e pouca atividade física. Menos de 5% dos casos se deve a doenças endocrinológicas. A hereditariedade pode ser um fator de risco, mas ela só se manifesta se o ambiente for favorável ao excesso de peso.

 

Crianças obesas têm um risco maior de se tornarem adultos obesos. Além disso, doenças que classicamente eram caracterizadas como da idade adulta, como alteração de colesterol, dos triglicérides, hipertensão arterial e até mesmo o diabetes tipo 2, estão cada vez mais presentes nesta faixa etária precoce. 

 

A criança é identificada como obesa quando seu peso corporal ultrapassa em 15% o peso médio correspondente a sua idade. No Brasil, existem cerca de 18 milhões de pessoas consideradas obesas. Somando com o total de indivíduos acima do peso, o número chega a 70 milhões, mais que o dobro de 3 anos atrás. Uma pessoa é considerada obesa se o seu IMC for superior a 29,9.

 

Primeiro precisamos parar de falar de “combate” à obesidade infantil e falar de prevenção. A noção de “combate” pressupõe que a criança obesa de alguma maneira tem uma responsabilidade na situação na qual se encontra. Existe uma estigmatização da criança obesa como sendo preguiçosa e sem nenhuma força de vontade ou disciplina.

 

É muito importante que os pais não subestimem este problema de saúde pública. A prevenção do ganho excessivo de peso na criança que tem peso adequado e o tratamento daquela que já apresenta sobrepeso ou é obesa, de forma multifatorial, constituem as ferramentas mais eficazes para o crescimento saudável.