Conheça a Cirurgia Minimamente Invasiva!

Você já conhece a cirurgia minimamente invasiva? Não? Pois bem, essa é a minilaparoscopia, uma nova técnica cirúrgica que, diferentemente da laparoscopia, utiliza instrumentais de calibre ainda menor. Dessa forma, preserva-se a estética do paciente e agiliza o período de recuperação. Saiba mais a seguir:

Quais as vantagens da Cirurgia Minimamente Invasiva?

Em uma cirurgia convencional, o paciente permanece no hospital por pelo mneos 7 dias antes de receber alta, no entanto, com a minilaparoscopia, esse período é reduzido para menos de 24h.

Ademais, com essa nova técnica, o oríficio de 2,6mm não deixa vestígios perceptíveis, isto é, não há a necessidade de cirurgias plásticas reparadoras e/ou suturas – pontos com fios.

Outro grande benefício da minilaparoscopia está no fato de haver um menor risco de complicações durante e no pós-operatório.

Quais Cirurgias podem ser feitas via Minilaparoscopia?

A minilaparoscopia pode ser empregada nas seguintes cirurgias:

  • Laparoscopia diagnóstica, biópsia hepática e ginecológica;
  • Cirurgias para suor excessivo (simpatectomias torácicas e lombares).
  • Colecistectomia (cirurgia para “pedras na vesícula”principalmente);
  • Cirurgia para hérnia de hiato (cirurgia antirrefluxo);
  • Cirurgia para hérnias inguinais;

Quem pode ser submetido à essa técnica?

São contraindicados ao método pacientes com obesidade mórbida, pacientes esteatóticos – com fígados volumosos -, pacientes com múltiplas cirurgias abdominais e pacientes que não têm preocupação estética.

Alguma dúvida? Entre em contato com Dr. Daniellson Dimbarre e saiba mais!

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  • Dr Daniellson Dimbarre – Cirurgia Bariátrica
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Saiba tudo sobre a doença do refluxo gastroesofágico!

A doença do refluxo gastroesofágico (DRGE) é uma doença digestiva em que os ácidos presentes dentro do estômago voltam pelo esôfago ao invés de seguir o fluxo normal da digestão. Esse movimento é conhecido como refluxo e irrita os tecidos que revestem o esôfago, causando os sintomas típicos do problema. Entenda tudo em nosso post!

 

O que causa esse problema?

O refluxo gastroesofágico ocorre em razão de uma falha no esfíncter esofágico inferior, também conhecido como esfíncter cárdico, que funciona como uma válvula, não deixando que o bolo alimentar que está no estômago retorne para o esôfago.

 

Quando ocorre uma falha no relaxamento desse esfíncter, a pessoa tem refluxo. Esse refluxo pode ser fisiológico, que é considerado normal, e pode ocorrer quando ingerimos alimentos gordurosos, molhos de tomate, bebidas que contenham cafeína, chocolate, cebola, entre tantos outros; ou o refluxo gastroesofágico, que indica que algo vai mal com o sistema digestivo.

 

Sintomas

O sintoma mais comum é a azia, que produz uma sensação de queimação podendo subir até a garganta. A regurgitação também aparece em muitos casos. Vale esclarecer que a eventual presença de azia não significa que a pessoa já seja portadora de refluxo. Pode ocorrer ainda dor na região precordial, em queimação, simulando dor cardíaca, problemas respiratórios (asma, broncopneumonia), e da orofaringe (tosse, pigarro, rouquidão).

 

Como funciona o diagnóstico e tratamento dessa doença?

Nem sempre é necessária a realização de endoscopia digestiva alta em todos pacientes com refluxo. Em pessoa jovens, com sintomas sugestivos de refluxo e na ausência de sinais de alarme (dor ou dificuldade para engolir, anemia, emagrecimento, vômitos importantes e história de câncer na família), pode-se optar por realizar tratamento empírico, com medicamentos e dieta, por até oito semanas e observar se há remissão da doença.

 

Caso não haja melhora clínica,  exames complementares como a endoscopia digestiva alta devem ser feitos a fim de avaliar a gravidade da doença e excluir alterações mais graves como úlceras, estenose, esôfago de Barrett e câncer. Casos complicados com Barrett, úlceras ou esofagites severas podem ter indicação de cirurgia. O mesmo se aplica a casos em que o refluxo não melhora após o tratamento ou a recidiva dos sintomas é constante. Hoje além do tratamento cirúrgico clássico por laparoscopia, pode-se aplicar outros procedimentos cirúrgicos como minilaparoscopia, Endostim (estimulador esofágico), e Stretta (tratamento endoscópico do refluxo).

 

Já conhecia sobre a doença do refluxo gastroesofágico? Agende sua consulta e trate esse mal da melhor maneira.